quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Mais do Mesmo

Collor, Crivela, Calheiros, Sarney, Inácio da Silva... Esses são sobrenomes recorrentes nos dias de hoje no noticiário político brasileiro. O que eles tem em comum? Querem que você acredite na teoria da conspiração. Querem que você acredite que não existem pessoas sérias e comprometidas com a lei nesse país. Que, a exemplo das instituições e/ou grupos políticos que representam, não existem órgãos regulatórios e de Justiça que funcionem para o bem público.

A imprensa tem sim força sobre a opinião pública e tem sim algo de irritante na constante repetição de assuntos, sobretudo nos telejornais. No entanto, isso não quer dizer nada mais do que já diz: a imprensa é uma forte e, por vezes, irritante instituição democrática. É aqui que reside o problema de nossos (in)digníssimos representantes. A democracia ainda não foi bem digerida cá nas terras tupiniquins, é ainda algo meio controverso e asqueroso aos olhos de quem cresceu vendo o coronelismo e a ditadura militar. A ordem do dia é, então, atacar aquele que "ataca". Pois, o noticiário político só é podre e fétido porque quem o transmite e faz saber o produz assim.

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quarta-feira, 1 de abril de 2009

A volta dos que não foram

Não, não é uma pegadinha de 1º de abril. Eu realmente resolvi postar novamente aqui, depois de 4 meses e 13 dias.

Vários motivos me fizeram parar de escrever sobre a crise: falta de tempo, férias tumultuadas e, talvez o mais forte, falta de saco pra escrever sobre isso depois de muito tempo e tantas explicações já fornecidas na mídia. Mas... para quem ainda não entedeu o que está acontecendo, recomendo esse pequeno resumo da Folha Online, mais didático e menos enfadonho(!). Aqui ou Aqui.

Decidi fazer, então, uma nova tentativa de levar esse blog pra frente. Algo atemporal e, a meu ver, mais interessante. Série talvez não seja a palavra certa, já que implica uma certa frequência, algo que eu não posso prometer. Mas seria algo similar, com temas que eu considero chave para o desenvolvimento do país.

Começarei com a educação, que sempre foi um tema que me interessou e, no caso do Brasil, preocupou.

Em breve....

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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Black & White?

E já que a trilogia deu uma parada aguardando o fim das provas e aproveitando a deixa do Maicou...

Eu não sei o que pensar sobre todo esse oba-oba pela eleição do Obama à presidência norte-americana. É falta de assunto (de novo) ou só mais uma espetacularização de assunto, tão comum na mídia? Será que ninguém percebeu que é ridículo tornar a cor da pele do sujeito seu diferencial?

Até quando o Brasil vai pensar no negro como coitado, como diferente? Quanto tempo ainda falta pra se perceber que esse é um país multi-racial onde poucos podem se dizer pertencentes a uma determinada "raça" e a pobreza e a desgraça agem indepedente do tom da pele?

Amanhã é dia da Consciência Negra, tomemos consciência da nossa negritude...

***
"A verdade é que você, todo brasileiro, tem sangue crioulo, tem cabelo duro. Sarará Crioulo"

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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Globalização

Dando uma pausa na trilogia...

A globalização é mesmo maravilhosa, de que outra maneira você poderia ver uma senhora pobre em Viçosa (interior do interior de Minas) usando uma "t-shirt" do The New York Times!?

(!)

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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Apocalypse Now? - Parte 1

A crise financeira mundial tem sido tema em todas as mídias, brasileiras e internacionais, nas últimas semanas. Porque ficar de fora do 'assunto do momento'?
Nessa 'mini-série' de três 'episódios', vamos (1) conhecer a origem da crise, (2) definir o que é a crise e (3) saber quais os reais efeitos sobre a economia mundial e brasileira.

Para começar, é importante entender alguns conceitos e a relação entre eles:

1 - Taxa básica de juros - é a taxa de juros fixada pelo banco central de um país, representa quanto o governo pagará em juros, anualmente, pelos empréstimos tomados por ele. De forma geral é taxa de juros mais baixa no mercado, já que o governo é o agente mais confiável da economia. Nos EUA essa taxa é chamada 'prime rate' e é fixada pelo FED (Federal Reserve), o banco central americano.

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