Minha primeira eleição para presidente foi a de 2006, onde Lula foi reeleito. Eu não votei nele no primeiro turno e anulei meu voto no segundo. Isso porque não gosto do Lula. Ele é populista e toma posições dúbias quando se trata de seus camaradas; eu odeio esse "jogue o jogo" político, todo o cinismo e falsidade que cerca o cenário nacional, e pra mim ele é adepto desse tipo de comportamento. Além disso, muitas políticas do governo são incompletas e não têm objetivos de longo prazo. A educação básica é desprezada em prol da técnica/superior - pelo retorno mais rápido, penso eu. Ao contrário do presidente eu não acredito que políticas como ProUni, cotas raciais e Bolsa Família são soluções para as distorções sociais brasileiras. Como são feitas hoje, elas são paliativas. Mas o que me fez escrever hoje não foram as políticas do governo e sim o presidente em si.domingo, 20 de dezembro de 2009
Who’s the man?
Minha primeira eleição para presidente foi a de 2006, onde Lula foi reeleito. Eu não votei nele no primeiro turno e anulei meu voto no segundo. Isso porque não gosto do Lula. Ele é populista e toma posições dúbias quando se trata de seus camaradas; eu odeio esse "jogue o jogo" político, todo o cinismo e falsidade que cerca o cenário nacional, e pra mim ele é adepto desse tipo de comportamento. Além disso, muitas políticas do governo são incompletas e não têm objetivos de longo prazo. A educação básica é desprezada em prol da técnica/superior - pelo retorno mais rápido, penso eu. Ao contrário do presidente eu não acredito que políticas como ProUni, cotas raciais e Bolsa Família são soluções para as distorções sociais brasileiras. Como são feitas hoje, elas são paliativas. Mas o que me fez escrever hoje não foram as políticas do governo e sim o presidente em si.Postado por Régis André às 03:48 1 comentários
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Negros no Brasil, a segregação persiste
Nós, brasileiros, gostamos de pensar que racismo só existe lá fora. Que somos todos um povo só, e que foi-se o tempo em que a cor da pele era um fator relevante. Infelizmente não é verdade.
De fato, socialmente, o negro é mais aceito no Brasil que em outros países, no sentido de haver menos segregação racial. Salvo, claro alguma mentes inferiores que ainda acham que o exterior dita o conteúdo.
No entanto, quando se vê econômica e estatisticamente, o negro continua na base da pirâmide social. São a maioria nos trabalhos de baixa remuneração e recebem 90,7% menos que os branco, segundos dados do IBGE para o mês de setembro.
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De fato, socialmente, o negro é mais aceito no Brasil que em outros países, no sentido de haver menos segregação racial. Salvo, claro alguma mentes inferiores que ainda acham que o exterior dita o conteúdo.
No entanto, quando se vê econômica e estatisticamente, o negro continua na base da pirâmide social. São a maioria nos trabalhos de baixa remuneração e recebem 90,7% menos que os branco, segundos dados do IBGE para o mês de setembro.
Postado por Régis André às 18:29 2 comentários
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
2009 - O ano da recuperação
A crise que abalou o mercado mundial em meados do ano passado parece, enfim, espraiar. A maioria dos países desenvolvidos ainda patinam na retomada do crescimento e o Brasil parece ter se saído bem quando comparado aos demais, subdesenvolvidos ou não.
Ao contrário do que nos foi dito de início, a crise aqui não foi apenas uma marolinha. A produção nacional caiu fortemente durante todo o último trimestre de 2008 e primeiro semestre deste ano, tendo o PIB apresentado ligeiro recuo por dois trimestres seguidos. Diversas empresas fecharam linhas de produção e exploração, desempregos setoriais e programas de férias coletivas foram observados, além da queda de arrecadação com impostos - reflexo da desaceleração econômica. Contudo, o impacto poderia ser bem maior. O fundo do poço, afinal, não era tão fundo assim.
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Ao contrário do que nos foi dito de início, a crise aqui não foi apenas uma marolinha. A produção nacional caiu fortemente durante todo o último trimestre de 2008 e primeiro semestre deste ano, tendo o PIB apresentado ligeiro recuo por dois trimestres seguidos. Diversas empresas fecharam linhas de produção e exploração, desempregos setoriais e programas de férias coletivas foram observados, além da queda de arrecadação com impostos - reflexo da desaceleração econômica. Contudo, o impacto poderia ser bem maior. O fundo do poço, afinal, não era tão fundo assim.
Postado por Régis André às 12:39 0 comentários
domingo, 13 de setembro de 2009
Tecnologia x Desemprego
Todos nós já ouvimos aquela história de que o computador tira empregos, que a tecnologia torna o homem secundário nas atividades produtivas e que a expansão tecnológica trará conflitos trabalhistas e sociais no futuro. Bullshit.
Essa idéia absurda é disseminada por aqueles que têm medo da mudança, que têm visão curta e não vêem os inúmeros avanços possíveis através do desenvolvimento tecnológico. Existem, obviamente, efeitos colaterais - a bomba atômica e o sedentarismo, por exemplo - mas no fim os benefícios superam de longe os problemas.
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Postado por Régis André às 17:07 2 comentários
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Decifrando Economia - Commodity
Considerando que o "tecniquês" econômico é muitas vezes incompreensível aos 'não-economistas' (e atendendo a pedidos) decidi iniciar essa nova série: Decifrando Economia.
Comecemos pela expressão commodity (pl. - commodities), expressão da língua inglesa que surge diariamente no noticiário ecomico. Segundo o thefreedictionary.com a expressão se tornou obsoleta para determinar uma determinada quantidade de bens, passando a denominar algo útil que possa ser convertido em vantagem comercial ou de outro tipo.
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Comecemos pela expressão commodity (pl. - commodities), expressão da língua inglesa que surge diariamente no noticiário ecomico. Segundo o thefreedictionary.com a expressão se tornou obsoleta para determinar uma determinada quantidade de bens, passando a denominar algo útil que possa ser convertido em vantagem comercial ou de outro tipo.
Postado por Régis André às 14:19 2 comentários
Marcadores: commodity, exportação, mercado externo, petróleo, política econômica, soja, termos econômicos
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